Tenho uma declaração a fazer. É uma declaração que um dia se armou em detective e que hoje insiste impetuosamente em desbravar tudo o que lhe aparece diante do olhar afogueado, cego do tamanho sentimento que lhe implode no peito. É uma declaração que nasceu de uma triste, mas afortunada descoberta e tece o seu inicio da seguinte forma: Eu gosto de raparigas.
Gosto dos cabelos sedosos ou ondulados, dos olhos verdes ou mesmo castanhos, ou cor-de-mel!! E então dos narizes: finos e empinados. Gosto de raparigas seguras de si, ou que pelo menos o aparentam, pois nós desconfiamos sempre dessas frases exibidas contra a masculinidade nas redes sociais cibernéticas. Gosto de quando elas tomam o lugar de mulheres feras depois de uma relação acabada (quase que as conseguimos visualizar de chicote na mão e cuecas cor-de-rosa). Sei então que não só devoram homens, como saboreiam os ossinhos de outras mulheres que se alistaram no seu campo de guerra. Um ligeiro entusiasmo percorre-me a massa cerebral ao imaginar uma luta entre duas raparigas e ganha corpulência quando as fotos sedutoras tropeçam uma depois da outra nas páginas seguintes e as frases tipo “sei-tomar-conta-de-mim-sozinha” escorregam no rodapé. Eu adoro este tipo de mulheres. Eu adoro mulheres. Eu adorava levar esta mulher para a cama, sem dúvida alguma.
Adoro mulheres que falam de homens nessas redes, é sempre bom saber que os homens são claramente apreciados, o quão deliciosos serão esses homens na cama, os seus olhos, as suas pernas, a sua pila depois de uma aula de Educação Física. Gostava de ter a coragem de manifestar verbalmente e diante da Humanidade, quiçá do Cosmos, o que se passa na minha mente depravada, o que querem os sonhos pornográficos que se apoderam de mim quando vejo gajos atraentes. Oh, fico perdida de amor! E ai de alguma biatch que se ponha no meu caminho, leva logo um tiro nos cornos, diria a mulher fatal.
Foi aí que cortei o cabelo, quero ser como elas! Cortei um bocadinho. Cortei outro bocadinho. Sou quase uma puta neste momento. Gostava de ser uma mulher apetecível, de comentar sobre os homens diante do mundo, de agir como uma actriz pornográfica diante da câmara, de ser apologista da promiscuidade, de ter uns ténis de marca, de nunca me encontrar para saber o quão desprezível eu sou. De facto, eu adoro putas, eu invejo-as, sinto-me humilhada pela presença delas e, indo mais longe, adoro quando adoram putas.
Gosto dos cabelos sedosos ou ondulados, dos olhos verdes ou mesmo castanhos, ou cor-de-mel!! E então dos narizes: finos e empinados. Gosto de raparigas seguras de si, ou que pelo menos o aparentam, pois nós desconfiamos sempre dessas frases exibidas contra a masculinidade nas redes sociais cibernéticas. Gosto de quando elas tomam o lugar de mulheres feras depois de uma relação acabada (quase que as conseguimos visualizar de chicote na mão e cuecas cor-de-rosa). Sei então que não só devoram homens, como saboreiam os ossinhos de outras mulheres que se alistaram no seu campo de guerra. Um ligeiro entusiasmo percorre-me a massa cerebral ao imaginar uma luta entre duas raparigas e ganha corpulência quando as fotos sedutoras tropeçam uma depois da outra nas páginas seguintes e as frases tipo “sei-tomar-conta-de-mim-sozinha” escorregam no rodapé. Eu adoro este tipo de mulheres. Eu adoro mulheres. Eu adorava levar esta mulher para a cama, sem dúvida alguma.
Adoro mulheres que falam de homens nessas redes, é sempre bom saber que os homens são claramente apreciados, o quão deliciosos serão esses homens na cama, os seus olhos, as suas pernas, a sua pila depois de uma aula de Educação Física. Gostava de ter a coragem de manifestar verbalmente e diante da Humanidade, quiçá do Cosmos, o que se passa na minha mente depravada, o que querem os sonhos pornográficos que se apoderam de mim quando vejo gajos atraentes. Oh, fico perdida de amor! E ai de alguma biatch que se ponha no meu caminho, leva logo um tiro nos cornos, diria a mulher fatal.
Foi aí que cortei o cabelo, quero ser como elas! Cortei um bocadinho. Cortei outro bocadinho. Sou quase uma puta neste momento. Gostava de ser uma mulher apetecível, de comentar sobre os homens diante do mundo, de agir como uma actriz pornográfica diante da câmara, de ser apologista da promiscuidade, de ter uns ténis de marca, de nunca me encontrar para saber o quão desprezível eu sou. De facto, eu adoro putas, eu invejo-as, sinto-me humilhada pela presença delas e, indo mais longe, adoro quando adoram putas.

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