O que interessa a data? Quantas vezes temos de nos lembrar que não somos nada daquilo que aparentamos. Bocados de líquido meio viscoso, meio aquoso. Nada somos pois do nada nascemos e do nada morremos. Soluções sem solução e que muitos se tentaram resolver numa equação que só a vida contém e que a ninguém dará. Cambada de idealistas com ideias copiadas e transformadas para parecerem novas, pessoas estas que juram fidelidade aos seus ideais, mas ao fim de contas nada fazem se não praguejar os ideais, enquanto eles próprios as vão quebrando, um após o outro.
Dádiva dada por ninguém, pois numa vida completa dada pela longitude adquirida, não existe nenhum saco que não leve uma pedra dentro dele, se a temos (a pedra) porque dizemos que é uma dádiva? Para aprendermos (!)? Deixem-me rir… Para quê magoarmo-nos quando aprendemos tão bem os ensinamentos na escola sem ser preciso infligirem-nos qualquer tipo de dor.
O que é uma vida completa? Nascer, viver 70 anos, vá… 80 anitos e depois morrer (?!), para que serviu então tudo o que passámos cá? Chorar anos a fio por um filho que se perdeu? Ficarmos deprimidos porque a nossa namorada vai para algum lado e não nos diz nada a não ser que sejamos nós a dar o primeiro passo?
Para que serve eu ser um rapaz de 18 anos a dizer “eu amo-te, como nunca amei ninguém!” (nada de mentira nisto), mas quando digo que te amo da mesma maneira que me amas a mim… como posso eu igualar sentimentos de duas pessoas. Ninguém o devia fazer e sinceramente acho que numa relação há sempre alguém que ama a outra pessoa de uma maneira diferente. De uma maneira mais intensa, sinceramente a intensidade começa a ser algo que me desagrada, pois numa relação, seja ela amizade, amorosa, ou familiar… acho que se a intensidade não for doseada de maneiras iguais, muitas faíscas e discussões irão surgir, pois aparecem sempre as frases como “não fazes nada por mim” ou então “dás-me pouca atenção”!
Voltando aos ideais e aos idealistas, temos grandes profetas como Jesus Cristo que a partir dos seus ideais criaram-se grandes doutrinas, mas mesmo assim vamos reparar que quantos são os cristãos que falham a essas doutrinas e ideais. Mesmo eu, não me querendo equiparar a Jesus e a tudo o que ele realizou (ou não), tenho ideais e falho muitas vezes a eles, não sei se por falta de habituação, ou se pelo contrário, a uma habituação excessiva ao desleixo que ganhei. Falho muito, sim falho mas todos olham para isso como sendo humano, tornaram o facto de falhar uma característica humana. A meu ver, não acho uma característica porque há pessoas que pouco erram seguem a sua vida sem problemas nenhuns. Eu chamo fraqueza! Fraco é aquele que tem ideais e que não os segue ou aqueles que pretendem mostrar às pessoas que os têm, mas afinal é um saco vazio.
Dádiva dada por ninguém, pois numa vida completa dada pela longitude adquirida, não existe nenhum saco que não leve uma pedra dentro dele, se a temos (a pedra) porque dizemos que é uma dádiva? Para aprendermos (!)? Deixem-me rir… Para quê magoarmo-nos quando aprendemos tão bem os ensinamentos na escola sem ser preciso infligirem-nos qualquer tipo de dor.
O que é uma vida completa? Nascer, viver 70 anos, vá… 80 anitos e depois morrer (?!), para que serviu então tudo o que passámos cá? Chorar anos a fio por um filho que se perdeu? Ficarmos deprimidos porque a nossa namorada vai para algum lado e não nos diz nada a não ser que sejamos nós a dar o primeiro passo?
Para que serve eu ser um rapaz de 18 anos a dizer “eu amo-te, como nunca amei ninguém!” (nada de mentira nisto), mas quando digo que te amo da mesma maneira que me amas a mim… como posso eu igualar sentimentos de duas pessoas. Ninguém o devia fazer e sinceramente acho que numa relação há sempre alguém que ama a outra pessoa de uma maneira diferente. De uma maneira mais intensa, sinceramente a intensidade começa a ser algo que me desagrada, pois numa relação, seja ela amizade, amorosa, ou familiar… acho que se a intensidade não for doseada de maneiras iguais, muitas faíscas e discussões irão surgir, pois aparecem sempre as frases como “não fazes nada por mim” ou então “dás-me pouca atenção”!
Voltando aos ideais e aos idealistas, temos grandes profetas como Jesus Cristo que a partir dos seus ideais criaram-se grandes doutrinas, mas mesmo assim vamos reparar que quantos são os cristãos que falham a essas doutrinas e ideais. Mesmo eu, não me querendo equiparar a Jesus e a tudo o que ele realizou (ou não), tenho ideais e falho muitas vezes a eles, não sei se por falta de habituação, ou se pelo contrário, a uma habituação excessiva ao desleixo que ganhei. Falho muito, sim falho mas todos olham para isso como sendo humano, tornaram o facto de falhar uma característica humana. A meu ver, não acho uma característica porque há pessoas que pouco erram seguem a sua vida sem problemas nenhuns. Eu chamo fraqueza! Fraco é aquele que tem ideais e que não os segue ou aqueles que pretendem mostrar às pessoas que os têm, mas afinal é um saco vazio.

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